 |
|



|
Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, SAO BERNARDO DO CAMPO, Mulher, English, French, Livros, Música, cinema, teatro, moda, estudo de idiomas MSN -
|
Histórico
02/04/2006 a 08/04/2006
26/03/2006 a 01/04/2006
05/03/2006 a 11/03/2006
26/02/2006 a 04/03/2006
Votação
Dê uma nota para meu blog
Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis
Minha página pessoal
|
 |
 |
|
|
| |
| Protect me from what I want |
The ballad of Melody Nelson
Poor Melody....
The Ballad of Melody Nelson (Serge Gainsbourg)
Placebo
Composição: Indisponível
Pour l'amitié, L'amitié entre hommes et femmes Impensable Parce que, il y a toujours Sous jacent Le désir animal
This is the story of Melody Nelson Apart from me no one Ever took her in his arms Under her thumb Eyes in the sun
Oh my Melody mine Oh my Melody mine
She has nothing but love Poor Melody Nelson Her life was more said than done But her days were numbered (?Nil?) Count fourteen falls Fifteen on calls
A baby tiger was Melody Nelson Forever purring in the sun Just as dangerous as a child With a gun, shooting me down
Oh my Melody mine Melody Nelson Still playing hurting games for fun As adorable as dumb Deaf to the sound To what's going down Down Down
Escrito por cristina às 16h53
[]
[envie esta mensagem]
Wasteland
Sempre que o meu aniversário se aproxima, me lembro do Wasteland. Abril, pode ser, mesmo, o mais cruel dos meses. O que não me impede de adorá-lo. Assim como adoro este poema.
Em casa, hoje. Cocooning. Chuva, livros, música, filmes, minhas cachorras. Just perfect.
A primeira parte do ''Wasteland'':
I. The Burial of the Dead April is the cruelest month, breeding Lilacs out of the dead land, mixing Memory and desire, stirring Dull roots with spring rain. Winter kept us warm, covering Earth in forgetful snow, feeding A little life with dried tubers. Summer surprised us, coming over the Starnbergersee With a shower of rain; we stopped in the colonnade, And went on in sunlight, into the Hofgarten, And drank coffee, and talked for an hour. Bin gar keine Russin, stamm' aus Litauen, echt deutsch. 12 And when we were children, staying at the arch-duke's, My cousin's, he took me out on a sled, And I was frightened. He said, Marie, Marie, hold on tight. And down we went. In the mountains, there you feel free. I read, much of the night, and go south in the winter. 18 What are the roots that clutch, what branches grow Out of this stony rubbish?Son of man, 20 You cannot say, or guess, for you know only A heap of broken images, where the sun beats, And the dead tree gives no shelter, the cricket no relief, 23 And the dry stone no sound of water. Only There is shadow under this red rock, (Come in under the shadow of this red rock), And I will show you something different from either Your shadow at morning striding behind you Or your shadow at evening rising to meet you; I will show you fear in a handful of dust. 30 Frisch weht der Wind 31 Der Heimat zu Mein Irisch Kind Wo weilest du? 'You gave me hyacinths first a year ago; 'They called me the hyacinth girl.' -Yet when we came back, late, from the hyacinth garden, Your arms full, and your hair wet, I could not Speak, and my eyes failed, I was neither Living nor dead, and I knew nothing, Looking into the heart of light, the silence. Oed' und leer das Meer. 42 Madame Sosostris, famous clairvoyante,43 Had a bad cold, nevertheless Is known to be the wisest woman in Europe, With a wicked pack of cards. Here, said she, 46 Is your card, the drowned Phoenician Sailor, (Those are pearls that were his eyes. Look!) Here is Belladonna, The Lady of the Rocks, The lady of situations. Here is the man with three staves, and here the Wheel, And here is the one-eyed merchant, and this card, Which is blank, is something he carries on his back, Which I am forbidden to see. I do not find The Hanged Man. Fear death by water. 55 I see crowds of people, walking round in a ring. Thank you. If you see dear Mrs. Equitone, Tell her I bring the horoscope myself: One must be so careful these days. Unreal City, 60 Under the brown fog of a winter dawn, A crowd flowed over London Bridge, so many, I had not thought death had undone so many. 63 Sighs, short and infrequent, were exhaled, 64 And each man fixed his eyes before his feet.
Escrito por cristina às 10h36
[]
[envie esta mensagem]
Argh!!!!
Passei o dia inteiro ouvindo sobre o dia internacional da mulher. No que me diz respeito, nada existe nesse dia que o diferencie dos demais. Considero todos os dias como meus. Enfim, a data deve ter servido para algumas secretárias ganharem flores e para algumas donas-de-casa entediadas ganharem uma transa extra na semana (ou no mes), além da tradicional pós-futebol aos sábados.
Às vezes penso em como eu me sentiria vivendo como, por exemplo, essas secretárias ou aquelas donas-de-casa que descrevi aí em cima. Quase sempre que penso nisso, sinto uma espécie de opressão, mas, algumas vezes, imagino que deva ser cômodo, libertador. O conforto da mediocridade.
Quem sabe, numa outra vida....
Escrito por cristina às 22h58
[]
[envie esta mensagem]
Comecei a estudar alemão para poder ler Goethe no original. Depois, passei para os filósofos. Amo este idioma, e ainda uso o ''Wandrers Nachtlied II'' como uma espécie de mantra.
| Wandrers Nachtlied II |
Wayfarer's Night Song II |
| Johann Wolfgang von Goethe |
Prose Translation by Hyde Flippo |
|
| Über allen Gipfeln |
Over all the hilltops |
| Ist Ruh, |
is calm. |
| In allen Wipfeln |
In all the treetops |
| Spürest du |
you feel |
| Kaum einen Hauch; |
hardly a breath of air. |
| Die Vögelein schweigen in Walde. |
The little birds fall silent in the woods. |
| Warte nur, balde |
Just wait... soon |
| Ruhest du auch. |
you'll also be at rest. |
Logo você também repousará.....
Escrito por cristina às 11h53
[]
[envie esta mensagem]
Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã... Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã, E assim será possível; mas hoje não... Não, hoje nada; hoje não posso. A persistência confusa da minha subjetividade objetiva, O sono da minha vida real, intercalado, O cansaço antecipado e infinito, Um cansaço de mundos para apanhar um elétrico... Esta espécie de alma... Só depois de amanhã... Hoje quero preparar-me, Quero preparar-rne para pensar amanhã no dia seguinte... Ele é que é decisivo. Tenho já o plano traçado; mas não, hoje não traço planos... Amanhã é o dia dos planos. Amanhã sentar-me-ei à secretária para conquistar o mundo; Mas só conquistarei o mundo depois de amanhã... Tenho vontade de chorar, Tenho vontade de chorar muito de repente, de dentro...
Não, não queiram saber mais nada, é segredo, não digo. Só depois de amanhã... Quando era criança o circo de domingo divertia-rne toda a semana. Hoje só me diverte o circo de domingo de toda a semana da minha infância... Depois de amanhã serei outro, A minha vida triunfar-se-á, Todas as minhas qualidades reais de inteligente, lido e prático Serão convocadas por um edital... Mas por um edital de amanhã... Hoje quero dormir, redigirei amanhã... Por hoje, qual é o espetáculo que me repetiria a infância? Mesmo para eu comprar os bilhetes amanhã, Que depois de amanhã é que está bem o espetáculo... Antes, não... Depois de amanhã terei a pose pública que amanhã estudarei. Depois de amanhã serei finalmente o que hoje não posso nunca ser. Só depois de amanhã... Tenho sono como o frio de um cão vadio. Tenho muito sono. Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã... Sim, talvez só depois de amanhã...
O porvir... Sim, o porvir...
Às vezes sinto-me(sei, sou pretensiosa, arrogante, pedante, narcisista, etc etc) como uma espécie de alma gêmea do Fernando Pessoa, nos momentos Álvaro de Campos. Este poema, por exemplo, é muito, digamos, eu...
Escrito por cristina às 16h06
[]
[envie esta mensagem]
Uma vez vi uma instalação da Jenny Holzer, em (entre todos os lugares do mundo) Los Angeles. Uma placa, com a frase que dá título ao meu blog, ''protect me from what I want''. Desde então, sempre que proponho algum dos meus pactos a Deus, costumo fazer esse pedido. O Bryan Molko, do Placebo, sofreu o mesmo tipo de impacto ao ver a frase, e compôs a música que está aí embaixo. Adoro, apesar de ter uma certa inveja do acento do Bryan, que é infinitamente superior ao meu....
Mas sim, preciso de proteção contra os meus desejos. E, sobretudo, contra os meus caprichos. Ao mesmo tempo, não a quero. Em absoluto. Quero viver tudo, sofrer tudo, gozar tudo. Sempre. Tudo.
Protège-moi
C'est le malaise du moment L'épidémie qui s'étend La fête est finie on descend Les pensées qui glaçent la raison Paupières baissées, visage gris Surgissent les fantômes de notre lit On ouvre le loquet de la grille Du taudis qu'on appelle maison
Protect me from what I want (protège-moi, protège-moi)(x3) Protect me, protect me Protège-moi, protège-moi (x4)
Sommes-nous les jouets du destin? Souviens-toi des moments divins Planants, éclatés au matin Et maintenant nous sommes tout seuls Perdus les rêves de s'aimer Les temps où l'on n'avait rien fait Il nous reste toute une vie pour pleurer Et maintenant nous sommes tout seuls
Protect me from what i want (protège-moi, protège-moi)(x3) Protect me, protect me
Protège-moi, protège-moi Protège moi de mes désirs Protège-moi, protège-moi
Escrito por cristina às 15h39
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|
| |
|
 |
|